Quantas crenças carregamos…
Todas resultado de nosso conhecimento e experiência. Sem perceber, elas estruturam o nosso agir. Quase sempre nossas pesquisas alcançam nossos iguais e ficamos com uma visão recorte, acreditando ter um panorama sobre um assunto.
Trocas generosas e escuta atenta são alternativas a um sistema que nos direciona a uma única visão. Uma visão de resultados. Ou uma visão ceticista. Como conciliar a necessária visão pragmática com uma visão acadêmica mais ampliada?
Outras dúvidas que crescem: o gestor autônomo em arte contemporânea deve escutar o seu entorno? Ou seu papel é estritamente propositivo? Como escutar o entorno mergulhado na cultura de massas, afogado em crenças religiosas e destituído de um sistema de bem-estar social? A arte jamais suprirá a ausência do Estado. Como se cria audiência nessa conjuntura?
